Descobri que se quero que algo valha a pena, preciso pensar mais em mim e no meu valor. No que me faz bem, no que tem mais valor pra mim. Descobri que o melhor é ter um coração sem dono. Amar sem restrições, sem apegos, aí os desapegos não chegam e as dores não vêm. Amar a mim, e amar a quem eu quiser. Com a minha intensidade. Com a minha classificação de valores. Me apegar a quem me pertence apenas, e me desapegar de coisas que nunca foram minhas. Não esquecer que certas pessoas serão sempre minhas e guardá-las num lugar especial em mim. Não olhar para o passado, porque não construo o meu futuro em recordações vazias e que não voltarão. Construir minha vida com um ideal e buscar até onde for preciso, rodar o mundo, mesmo que eu volte para o mesmo lugar, e meu maior ideal é ser feliz. Buscar a felicidade nas coisas menores, as que parecem bobas e insignificantes. Nos sorrisos, nos gestos, nos olhares, nos toques, nos sons. Na batida de um coração.